Integrantes

Andreia Gonçalves da Silva  RA:1015820780
Aurea Pereira da Silva RA:1030924662
Elizangela Rodrigues RA:4423857562
Elizangela A.Momento RA:4236828617
Livia Souza de Almeida RA:5603116355
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Conclusão

Antigamente analisava-se que um cidadão alfabetizado matematicamente deveria saber contar e fazer as quatro operações básicas. Com o avanço da ciência e da tecnologia, este papel pode ser delegado às calculadoras ou aos computadores, de forma que devemos deslocar

a importância da Matemática para uma combinação do  seu caráter formativo (estruturação do pensamento e do raciocínio lógico) com o seu caráter funcional (resolução de problemas práticos nas diversas áreas do conhecimento).

Como todo processo de aprendizagem, o ponto de partida deve estar focado nos conhecimentos prévios dos alunos. Especialmente na educação de jovens e adultos, já que pela experiência de vida e pela faixa etária, muita matemática “não-escolar”  habita o cotidiano dessas pessoas.

Agora, você já parou para pensar como surgiram os números?
Certamente você já imaginou que um dia alguém teve uma ideia genial e de repente inventou .Mas não foi bem assim.A descoberta do número não aconteceu de repente, nem foi uma única pessoa a responsável por essa façanha.O número surgiu da necessidade que as pessoas tinham de contar objetos e coisas.Nos primeiros tempos da humanidade, para contar eram usados os dedos, pedras, os nós de uma corda, marcas num osso…
Com o passar do tempo este sistema foi se aperfeiçoando até dar origem ao número. Hoje nós já sabemos lidar com vários tipos de números.
Há mais de 30000 anos, o homem vivia em pequenos grupos, morando em grutas e cavernas para se esconder dos animais selvagens e proteger-se da chuva e do frio.
Para registrar os animais mortos numa caçada, eles se limitavam a fazer marcas numa vara.
Nessa época o homem se alimentava daquilo que a natureza oferecia: caça, frutos, sementes, ovos.
Quando descobriu o fogo, aprendeu a cozinhar os alimentos e a proteger-se melhor contra o frio.
A escrita ainda não tinha sido criada. Para contar, o homem fazia riscos num pedaço de madeira ou em ossos de animais.
Um pescador, por exemplo, costumava levar consigo um osso de lobo. A cada peixe que conseguia tirar da água, fazia um risco no osso.
Mais ou menos há 10000 anos, o homem começou a modificar bastante o seu sistema de vida. Em vez de apenas caçar e coletar frutos e raízes, passou a cultivar algumas plantas e a criar animais. Era o início da agricultura, graças à qual aumentava muito a variedade de alimentos de que podia dispor.
E para dedicar-se às atividades de plantar e criar animais, o homem não podia continuar se deslocando de um lugar para outro como antes. Passou então a fixar-se num determinado lugar, geralmente às margens de rios e lagos. Abandonou o hábito de abrigar-se em cavernas e desenvolveu uma nova habilidade: a de construir sua própria moradia.
Começaram a surgir as primeiras comunidades organizadas, com chefe, divisão do trabalho entre as pessoas etc.
Com a lã das ovelhas eram tecidos panos para a roupa.
O trabalho de um pastor primitivo era muito simples. De manhã bem cedo, ele levava as ovelhas para pastar. À noite recolhia as ovelhas, guardando-as dentro de um cercado.
Mas como controlar o rebanho? Como ter certeza de que nenhuma ovelha havia fugido ou sido devorada por algum animal selvagem?
O jeito que o pastor arranjou para controlar seu rebanho foi contar as ovelhas com pedras. Assim:
Cada ovelha que saía para pastar correspondia a uma pedra. O pastor colocava todas as pedras em um saquinho. No fim do dia, à medida que as ovelhas entravam no cercado, ele ia retirando as pedras do saquinho. Que susto levaria se após todas as ovelhas estarem no cercado, sobrasse alguma pedra!
Esse pastor jamais poderia imaginar que, milhares de anos mais tarde, haveria um ramo na Matemática chamado Cálculo, que em latim quer dizer contas com pedras.

Já Constance relacionando a criança e o número defende que, diferente do que algumas interpretações indicam, desenvolver e exercitar os aspectos lógicos do número com atividades pré-numéricas (seriação, classificação e correspondência termo a termo) é uma aplicação equivocada da pesquisa de Jean Piaget (1896-1980). Na realidade, o cientista suíço tinha preocupações epistemológicas e não didáticas. Sabe-se que as noções numéricas são desenvolvidas com base nos intercâmbios dos pequenos com o ambiente e, portanto, não dependem da autorização dos adultos para que ocorram. Ninguém espera chegar aos 6 anos para começar a perguntar sobre os números… As crianças já representam técnicas simples e as utilizam no dia a dia.

“Quando ensinamos número e aritmética como se nós, adultos, fôssemos a única fonte válida de retroalimentação, sem querer ensinamos também que a verdade só pode sair de nós. Então a criança aprende a ler no rosto do professor sinais de aprovação ou desaprovação. Tal instrução reforça a heteronomia da criança e resulta numa aprendizagem que se conforma com a autoridade do adulto. Não é dessa forma que as crianças desenvolverão o conhecimento do número, a autonomia, ou a confiança em sua habilidade matemática. (…) Embora a fonte defi nitiva de retroalimentação esteja dentro da criança, o desacordo com outras crianças pode estimulá-la a reexaminar suas próprias idéias. Quando a criança discute que 2 + 4 = 5, por exemplo, ela tem a oportunidade de pensar sobre a correção de seu próprio pensamento se quiser convencer a alguém mais. É por isso que a confrontação social entre colegas é indispensável (…)”

KAMIL

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Probleminhas

Marcos tinha 10 cadernos. Ele perdeu 6.
Quantos cadernos ele tem agora ?

Antônio tinha 10 lápis. Ele comprou mais 7.
Quantos lápis ele tem agora ?

Carlos tinha 7 caixas com 19 selos cada uma. Ele encontrou um amigo e lhe deu 18 selos.
Quantos selos ele tem agora ?

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